sexta-feira, março 05, 2004
Portal do Governo - Este é um Link a consultar para estarmos a par daquilo que se vai fazendo pelo nosso Executivo.
quinta-feira, março 04, 2004
Caros amigos,
É necessário uma nova forma de pensar e encarar a política, cada vez mais os governantes afastam-se dos governados, e isso não é Democracia, nem se enquadra no espírito de Abril, o fosso que a cada ano que passa aumenta entre o Poder e o Povo alimenta ainda mais o clima de desconfiança e contribui inequivocamente para a descredibilização do Estado de Direito Democrático.
O Estado Português necessita urgentemente de profundas reformas e não de operações de cosmética que servem apenas para embelezar a sua fachada, quando o seu interior está cheio de bolor e a apodrecer lentamente. Porém, tais reformas só se concretizarão se houver coragem política para as fazer, chega de conversa, basta de demagogia.
O Estado tem que ser o garante da legalidade e tem que ser um modelo de isenção e credibilidade para os cidadãos, não se pode prometer uma coisa e fazer outra, não se pode punir uns e perdoar outros. Em tempo de crise todos têm que fazer sacrificios, não pode ser sempre o Povo a pagar a factura das más governações e dos actos irreflectidos e irresponsáveis dos titulares dos cargos de soberania.
É necessário uma nova forma de pensar e encarar a política, cada vez mais os governantes afastam-se dos governados, e isso não é Democracia, nem se enquadra no espírito de Abril, o fosso que a cada ano que passa aumenta entre o Poder e o Povo alimenta ainda mais o clima de desconfiança e contribui inequivocamente para a descredibilização do Estado de Direito Democrático.
O Estado Português necessita urgentemente de profundas reformas e não de operações de cosmética que servem apenas para embelezar a sua fachada, quando o seu interior está cheio de bolor e a apodrecer lentamente. Porém, tais reformas só se concretizarão se houver coragem política para as fazer, chega de conversa, basta de demagogia.
O Estado tem que ser o garante da legalidade e tem que ser um modelo de isenção e credibilidade para os cidadãos, não se pode prometer uma coisa e fazer outra, não se pode punir uns e perdoar outros. Em tempo de crise todos têm que fazer sacrificios, não pode ser sempre o Povo a pagar a factura das más governações e dos actos irreflectidos e irresponsáveis dos titulares dos cargos de soberania.
Como diria o nosso sábio Povo, o tempo tudo cura, o problema é que, será que ainda existirá paciente vivo à data da cura, ou será que o paciente aguentár-se-á em lento sofrimento e agonia e a cura apenas lhe irá aliviar algumas maleitas mas não o irá curar a 100%.
Portugal é neste momento um navio sem rumo definido, o capitão dirige a embarcação como pode e esta vai andando conforme os ventos, sejam eles do Banco de Portugal, de Bruxelas, ou dos E.U.A. (os nossos grandes amigos e aliados). Por outro lado, o imediato da embarcação ficou mudo após o ataque ao forte de Pedrouços (Moderna), e pensa que é Peter Pan e que Portugal é a terra do Nunca (e se calhar até é!), para ele o seu maior desafio é espezinhar o seu maior inimigo, o Adamastor (M.Soares).
E lá vai andando esta embarcação, umas vezes ao sabor do vento, outras à força de remos de escravos que são fortemente fustigados pelo implacável chicote do seu capataz e já se encontram no limite das suas forças, pois a comida vai escasseando à medida que o navio continua à deriva, e os seus cintos já não têm mais buracos para apertar.
Onde será que este navio nos irá levar? ninguém sabe, nem mesmo o seu capitão, pois este diz que irá alcançar terra firme em 2004, ou será em 2005, em 2006 pelos vistos não será. Esta realidade é na verdade um pouco fantasmagórica.
Esperemos bem que o comando da embarcação seja deposto do cargo, mas também não se vislumbra uma grande alternativa de comando do lado dos amotinados, pois já anteriormente tinham comandado este navio e as coisas não foram lá muito famosas, tendo o seu anterior comandante saltado pela borda fora. Vamos esperar pelo desfecho desta Odisseia por mares desconhecidos.
Portugal é neste momento um navio sem rumo definido, o capitão dirige a embarcação como pode e esta vai andando conforme os ventos, sejam eles do Banco de Portugal, de Bruxelas, ou dos E.U.A. (os nossos grandes amigos e aliados). Por outro lado, o imediato da embarcação ficou mudo após o ataque ao forte de Pedrouços (Moderna), e pensa que é Peter Pan e que Portugal é a terra do Nunca (e se calhar até é!), para ele o seu maior desafio é espezinhar o seu maior inimigo, o Adamastor (M.Soares).
E lá vai andando esta embarcação, umas vezes ao sabor do vento, outras à força de remos de escravos que são fortemente fustigados pelo implacável chicote do seu capataz e já se encontram no limite das suas forças, pois a comida vai escasseando à medida que o navio continua à deriva, e os seus cintos já não têm mais buracos para apertar.
Onde será que este navio nos irá levar? ninguém sabe, nem mesmo o seu capitão, pois este diz que irá alcançar terra firme em 2004, ou será em 2005, em 2006 pelos vistos não será. Esta realidade é na verdade um pouco fantasmagórica.
Esperemos bem que o comando da embarcação seja deposto do cargo, mas também não se vislumbra uma grande alternativa de comando do lado dos amotinados, pois já anteriormente tinham comandado este navio e as coisas não foram lá muito famosas, tendo o seu anterior comandante saltado pela borda fora. Vamos esperar pelo desfecho desta Odisseia por mares desconhecidos.
Pois é!
Começo hoje, neste espaço de livre pensamento a emitir as minhas opiniões acerca do nosso País que é Portugal, utilizando para esse efeito a única coisa que ninguém nos pode retirar, o nosso pensamento.
Começo hoje, neste espaço de livre pensamento a emitir as minhas opiniões acerca do nosso País que é Portugal, utilizando para esse efeito a única coisa que ninguém nos pode retirar, o nosso pensamento.